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Justiça 10 Meses sem Leonel

Dez meses após assassinato, família de Leonel Almeida segue clamando por justiça

A família cobra ação imediata e rigorosa das autoridades. Para eles, é inadmissível que um crime tão bárbaro permaneça sem a identificação e responsabilização de todos os envolvidos.

22/12/2025 16h47
Por: Redação Fonte: Onlines de Paraíso
Onlines de Paraíso
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O tempo passa, a saudade dói e a justiça ainda não veio. Há dez meses, a família de Leonel Almeida, de 35 anos, vive a dor da espera por respostas. Como forma de manter o caso vivo na memória da população e cobrar providências, um novo outdoor foi instalado na entrada de Cristalândia, cidade natal da vítima.

Recentemente, dois suspeitos de envolvimento no crime foram presos. Leonel era filho do ex-prefeito de Lagoa da Confusão, Mauro Ivan, e trabalhava na área agrícola. Segundo a Polícia Civil, a dupla presa teria dado apoio logístico aos executores do assassinato, ocorrido no dia 20 de fevereiro deste ano.

Leonel foi morto a tiros na fazenda da própria família. Para os familiares, ele foi vítima de uma emboscada, após ter sido atraído até o local onde acabou assassinado. De acordo com as investigações, no dia do crime, a vítima foi atingida com um tiro no rosto e não resistiu aos ferimentos.

Após o homicídio, os executores — que ainda não foram identificados — levaram um caseiro e um mecânico que estavam na fazenda, além de outras duas pessoas que teriam sido feitas reféns, e fugiram do local. Durante a fuga, um dos veículos apresentou problemas mecânicos e foi abandonado, enquanto o outro foi incendiado. Após o incêndio, os suspeitos conseguiram escapar.

Ainda segundo a Polícia Civil, os supostos reféns compareceram ao destacamento local da Polícia Militar para comunicar o homicídio, numa tentativa de afastar suspeitas sobre o próprio envolvimento.

“Os supostos reféns, com o intuito de afastar possíveis suspeitas quanto ao envolvimento no crime, dirigiram-se ao destacamento local da Polícia Militar para comunicar a ocorrência do homicídio. No entanto, o trabalho investigativo apontou que a dupla deu suporte ao crime”, explicou o delegado-chefe da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Paraíso), Antônio Onofre Oliveira da Silva Filho.

Dor que não se apaga

A família de Leonel segue inconformada diante da brutalidade do crime. Ele foi assassinado de forma covarde, dentro da fazenda onde vivia, trabalhava e mantinha laços diários com todos ao seu redor. O crime aconteceu justamente no dia do aniversário de seu pai, que foi a primeira pessoa a encontrar o corpo do filho — uma cena marcada para sempre na memória da família.

Leonel era descrito como um homem íntegro, trabalhador e querido por todos que o conheciam. Sua morte deixou um vazio irreparável e uma dor que o tempo não conseguiu amenizar.

Clamor por justiça

A família cobra ação imediata e rigorosa das autoridades. Para eles, é inadmissível que um crime tão bárbaro permaneça sem a identificação e responsabilização de todos os envolvidos.

Justiça por Leonel.
Por sua memória.
Por sua família.
Pela paz que todos merecem.

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